segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Momentos

Aqueles momentos fazem-me tanta falta, mas não sei se algum dia irão voltar. Gostava de acreditar que vais voltar a ser meu, que vou voltar a sentir o teu abraço e o teu cheiro. Quem me dera voltar atrás e parar o tempo exactamente naqueles tempos em que tudo era tão perfeito.
Deste modo, não sei se deva continuar com a esperança de que algum dia tudo irá ser como antes, ou se deva acreditar que todo este amor não passou de um sonho bom que em nada tem a ver com o real, e que jamais irá voltar.

domingo, 24 de outubro de 2010

Quem sou eu?

Muitas vezes perguntamo-nos quem somos nós, afinal. Quem sou eu para além daquilo que mostro perante os outros e a sociedade, quando estou sozinha, apenas comigo própria e com os meus pensamentos? Nesses momentos sou apenas eu, nada mais.
Sou eu própria, como um bebé sem nada a esconder, nem nada a provar.
Não é que eu seja uma pessoa completamente diferente quando em convivência com os outros, mas não sou totalmente eu. Sou igual por fora, uma rapariga comum, com sonhos, objectivos e medos, como toda a gente. Nestas circunstâncias, é como se não me mostrasse por completo, como que se usasse uma máscara para me proteger, talvez.
Gosto daqueles bocadinhos só meus, onde posso estar com o meu verdadeiro eu. Desses instantes em que posso reflectir sobre quem sou, sobre as coisas boas e as coisas más, rir, chorar e gritar, sonhar o meu futuro… onde irei, o que farei e com quem estarei? Quando posso fazer apenas o que eu quero, sem ninguém lá estar para me julgar. Esses bocadinhos só meus, apesar de pequenos momentos, confortam-me por dentro. E às vezes, só me apetece ficar assim, “a ser eu”, interna e eternamente!
Quem sou eu? Na realidade, ninguém sabe, nem nunca saberá responder a tal questão. Somos apenas uma junção de qualidades, defeitos, sonhos, medos e objectivos. Cada um com o seu feitio, a sua personalidade e os seus sonhos. “Não sei quantas almas tenho”, e acho que nem eu nem ninguém algum dia vai saber.
É, pois, um enigma o meu ser!

Novo acordo ortográfico

Se antes escrevia os dias da semana e os meses do ano com letra maiúscula; agora, vou ter que escrever com minúscula. A partir de agora também vou ter que deixar de escrever as consoantes que não se pronunciam, como na palavra “ótimo”, por exemplo. E não usar mais acentos graves em palavras homógrafas: “para” em vez de “pára”. Por fim, palavras como “mini-saia”, “semi-recta” e “contra-relógio” passam a escrever-se sem o hífen. Há onze anos atrás, aprendi a escrever, e agora, onze anos depois vou ter que aprender novamente. Ora a minha vida! Que deceção!

sábado, 28 de fevereiro de 2009

As três aves: Có-Có-ró-có-có Quác

Era uma vez duas galinhas (Galinha' Ana e Galinha' Beatriz) que eram filhas do galo Galó e eram muito amigas desde o dia em que sairam da casca. Nesse mesmo dia nascia do lado Sul do galinheiro a Pata' (só Pata') filha do Pato Xavier e da Pata Marta, enfim... Ficaram todas muito amigas e quando entraram na adolescência os pais foram expulsos lá do galinheiro, e as festas começaram.
Havia festa todos os dias lá no galinheiro. Duas galinhas e uma pata com galos giros e patos fofinhos á mistura sempre a festejar. Mas infelizmente começaram os problemas entre as 3 aves. Tudo começou com o dia em que galinhas e pata decidiram utilizar as coisas umas das outras: Estavam todas a preparar-se para uma festa, a Galinha' Ana queria ir muito limpinha e lavou os dentes COM a escova de dentes da Pata' (que porcaria!), depois a Galinha' Beatriz estava a vestir-se e achou mal não usar cuecas, e sem pedir, vestiu a tanga da Galinha' Ana (e nem estava lavada) , e por fim, e para apimentar mais a zanga que se viria a desenrolar, a Pata', para não ir mal-cheirosa, decidiu usar o Patcholi caríssimo da Galinha' Beatriz, e sem pedir. E pronto discutiram, zangaram-se e foi cada uma viver, temporariamente, com o seu respectivo namorado: O Galo Quim (namorado da Galinha' Ana), o galo Anacleto (namorado da Galinha' Beatriz) e o Pato' (namofrado da Pata'); E nunca mais se viram nem falaram.

The End!!!...
P.S. História não verídica! :)

domingo, 26 de outubro de 2008

Os 3 badalhocos, um triângulo amoroso
Era uma vez um casal de namoradas, a Taku~ e a Marii~. Elas eram muito felizes até ao dia em que a Taku~ se fartou da Marii~, porque estava apaixonada pelo terrível Kantyga Cantiga, e acabou tudo com a Marii~, o que partiu o seu coração badalhoco e apaixonado. Marii~ nunca aceitou essa decisão e prometeu vingança, elaborou um plano tão terrível quanto o Kantyga Cantiga. Ela sabia que o Kantyga estava badalhocamente apaixonado por ela e marcou um encontro com ele num Motel de meia-estrela. Quando o Kantyga estava a tomar banho, Marii~ atirou, badalhocamente, um secador para dentro da banheira, sendo assim o fim do temível Kantyga Cantiga.
Mwahahahahah!!
Taku~ ao saber da triste e badalhoca notícia de que o seu amado tinha sido morto pela Marii~, a sua ex-namorada badalhoca, não hesitou em elaborar o seu plano badalhoco para matar Marii~. Um dia Taku~ convidou Marii~ para ir dar uma volta à falésia e enquanto esta apreciava a vista Taku~ empurrou-a, ficando assim, Marii~, esborrachada e badalhoca lá em baixo. Taku~, feliz por ter feito vingança, começa-se a rir e a dançar louca e badalhocamente e cai também ficando lá em baixo esborrachada e badalhoca tal como Marii~.
The End!